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A vida é como a música

16/05/2011

Muitas vezes passamos por execuções difíceis

Onde as semicolcheias, fusas, dão saltos rápidos, traiçoeiros

E devem ser tocadas em um andamento “Vivace”,

Como se nada pudesse tirar a alegria do momento,

Ela exige concentração para não nos perdemos no compasso

E adiantar ou atrasar toda uma Orquestra.

Não posso deixar de falar das claves, uma das mais usadas é a de Sol,

É ela que nos ilumina e nos guie sobre o que estamos tocando é certo para nós.

As pausas são para darmos um tempo para refletirmos,

Esperarmos até a hora de entrarmos de novo,

Ela exige paciência, tranqüilidade, o momento certo.

Só não podemos nos perder na contagem e deixar passar a nossa hora de brilhar.

Semibreves tão simples em sua forma são calmas e serenas.

Entretanto não são fáceis de executá-las,

Elas exigem técnica, experiência para agüentarmos tacá-las sem respirar.

Representam um período de mansidão, mas são essenciais para fazer a base da Orquestra.

Os acidentes no começo da partitura,

Quem não passa por algumas caídas de ½ tom e outras subidas.

Quando as esquecemos a harmonia acaba e então saímos do tom.

Há também as dinâmicas de sons que uma partitura nos trás

Os sinais de “PP” pianíssimo são para quase desaparecermos

e deixarmos outros tocarem mais forte, aparecerem mais.

Nesses momentos aprendemos a humildade, que é essencial a um Músico.

Enfim nossas vidas é um grande concerto,

Regidas pelo grande maestro “Jesus”,

Ele nos ensina a tocar a perfeição sem desafinar

“Faça de sua Vida uma Grande Canção, onde o solista principal é você”

Autora: Jéssica Renata

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hon kenoly

23/03/2011

Hon Kenoly é um cantor de música gospel estadunidense.Ron Kenoly (nascido em 6 de dezembro de 1944 em Coffeyville) é um líder cristão cuja a missão ele expressa como “criar um ambiente para a presença manifesta de Deus”. Seu estilo musical é Adoração Individual, regada em excelência nos instrumentos musicais.

Embora ele seja formado em música sacra não toca em seus próprios trabalhos, ele apenas canta confortavelmente com sua voz e sempre é apoiado por uma equipe de classe, com músicos e um grande coro.Ele possui várias formações, incluindo uma em música do Alameda College, mestrado pela Escola Bíblica de Fé, e um possui Doutorado do Ministério de Música Sacra de Friends International Christian University. Sua carreira musical teve início após o tempo gasto na Força Aérea Americana.

Ele iniciou a carreira com um grupo chamado Shades of Diference, mas por questões familiares teve que deixar o grupoEle começou a trabalhar em tempo integral ministério em 1985. Ele começou como um líder no culto cristão no Jubileu Center, em San Jose, Califórnia. Não muito tempo depois, em 1987, ele foi ordenado e eleito como pastor de Música. Como líder de adoração e louvor tudo que ele fez foi levar culto aos lugares onde esteve e se tornou Pastor de Música, ele se tornou o pastor ao longo do tempo de todo o departamento de música cristã do Jubileu Center. Em 1993, após reconhecimento mundial do seu ministério passou a ser convidado a se apresentar e ministrar seus cultos de louvor por vários locais do mundo, vindo a construir uma carreira reconhecida e respeitada por todo o meio evangélico mundial.

Ele veio ao Brasil várias vezes, sendo uma dessas vezes em 2000, quando cantou na 49ª Convenção Estadual da Igreja do Evangelho Quadrangular em São Paulo, e em 2005, na CGADB(Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil).

Discografia

1991: Jesus is Alive

1992: Lift Him Up with Ron Kenoly

1994:God Is Able

1995: Sing Out with One Voice

1996: Welcome Home

1997: High Places

1998: Majesty

1999: We Offer Praises

2001: Dwell in the House

veja o video abaixo mostrando umas das musicas mas famosa desse grande ministro de deus , musica fala: de da com amor para o senhor ele te devolvera em dobro

Conhecendo a história do clarinete

28/02/2011

Podemos buscar a origem do instrumento no antigo Egito, onde tocavam um instrumento chamado memet, que tinha uma palheta cortada no próprio tubo. Este tipo de instrumento, é chamado de instrumento idioglótico.

Outros instrumentos ancestrais, podem ser o aulos grego, o cuen kan chinês, o arghul árabe e o pibgorn galês. Todos estes instrumentos tinham palheta simples, e um ou dois tubos. O chalumeau, é outro instrumento de palheta simples, que segundo alguns investigadores, era tocado a 200 anos atrás, mas outros defendem que foi desenvolvido na Idade Média.

A diferença mais importante entre o antigo chalumeau e os primeiros clarinetes foi a chave de registo, que aumentou consideravelmente a extensão do instrumento, soando mais agudo, fazendo lembrar uma trompete. Desta similitude, nasceu o seu nome, pois deriva da palavra italiana para o trompete, clarino, que deu pequeno clarino, ou clarinetto.

Admite-se que a invenção da chave de registo é da responsabilidade do alemão Johann Christian Denner, ou dos seus filhos, pois a primeira menção ao instrumento aparece em 1710, 3 anos depois da morte deste senhor. Por volta de 1800, o clarinete tem já 5 ou 6 chaves.

Em 1812, o clarinetista Iwan Muller, construiu um clarinete com 13 chaves, suficiente para tocar em qualquer tonalidade com fluência. Também foi o primeiro a usar a virar a boquilha para baixo, e por conseguinte, a palheta em contacto com o lábio inferior, além de usar uma liga metálica para a construção de certas partes do instrumento.

Meio século depois, Carl Barmann, adicionou mais 5 ou6 chaves, e 50 anos depois, Oskar Oehler usou o modelo de Barmann, para construir o seu próprio instrumento, que muitos clarinetistas profissionais alemães, ainda usam actualmente. Melhoramentos no clarinete de Muller, foram feitos na Bélgica por Eugène Albert, Adolfe Sax, que além de se ocupar com os clarinetes, inventou por volta de 1840, o sax-o-phone. Pela mesma altura, em França, Hyacinthe Klosé e Louis Auguste Buffet, trabalhavam igualmente no clarinete. Aproveitaram algumas ideias de Theobal Boehm, inventor da flauta moderna, aplicando-as ao clarinete. De lá para cá, muito pouco mudou no instrumento.

A família do clarinete – consiste no imediato em pelo menos 13 instrumentos em diversas tonalidades. Este instrumento, aparece em vários tamanhos.

O mais popular é o clarinete soprano em sib, seguido do clarinete soprano em lá. Existem também clarinetes soprano mais pequenos em dó, ré e mib. Como o clarinete em mib é bastante pequeno, normalmente, vem num corpo só, sem junção superior e inferior. Existem ainda clarinetes mais pequenos, encontrados em bandas na Europa, incluindo o clarinete sopranino em mi e láb.

Todos os outros clarinetes soam mais grave. Um exemplo é o clarinete basset, que é na realidade um clarinete extra longo do clarinete soprano em lá. Isto significa que a nota mais grave é o dó em vez do mi. O famoso concerto para clarinete de Mozart foi em realidade escrito para este instrumento, conhecido como clarinete Mozart. O clarinete em fá, é quase como o clarinete alto em mib.

Existe ainda o clarinete contralto, que soa uma oitava abaixo do clarinete alto, e clarinete contrabaixo, que soa uma oitava inferior do clarinete baixo.

Os clarinetes mais pequenos e os maiores que o clarinete soprano, são chamados colectivamente de clarinetes de harmonia, pois nas orquestras, são usados para fazer as harmonias que acompanham as melodias ou os solistas. Existem ainda clarinetes menos comuns, como por exemplo o clarinete soprano em metal afinado em sol, e usado na música turca e grega. Vários países e regiões possuem os seus próprios modelos de clarinetes. O importante a reter, é que todos são instrumentos de palheta simples, embora o seu número de chaves e buracos pode variar, como é o caso de um clarinete em madeira húngaro, chamado tárogató.

Instrumentos de sopro – o clarinete pertence à família das madeiras, como outros instrumentos que passaremos a referir seguidamente: o saxofone, que será o instrumento mais próximo do clarinete, em especial semelhanças na boquilha e na própria mecânica. A maior diferença entre os dois instrumentos, é que o saxofone é inteiramente cónico desde a boquilha à campânula. Se abrirmos o registo no saxofone, a nota soará uma oitava acima, ao contrário do clarinete, que quando se abre o registo, soará uma 12ª acima.

Outro instrumento da família, é a flauta, que apresenta muitas semelhanças a nível do mecanismo, que como já foi dito, usa em ambos os casos o sistema Boehm, inventado para a flauta.

Falamos agora do oboé e do fagote: tem tubo cónico como o saxofone, mas é feito em madeira como o clarinete. No entanto soa muito diferente, pois usa uma palheta dupla, onde o som é produzido, pela vibração das palhetas uma contra a outra. Para terminar, é de referir que o clarinete comporta-se como um tubo fechado, o que em termos acústicos implica que ao accionar a chave de oitava, o som produzido vibrará 3 vezes mais rápido que o som sem o registo. Por outras palavras, o clarinete só produzirá harmónicos ímpares, ao contrário dos outros instrumentos que se comportam como tubos abertos, ou por terem tubos cónicos ou por serem abertos em ambas as extremidades.

Marcas – comparada com fabricantes de violinos e guitarras, o número de fabricantes de clarinetes é reduzida.

As três empresas francesas Buffet-Crampon, Leblanc e Henri Selmer, são as que mais vendem no mundo. Yamaha, construtor japonês, é também uma marca importante a nível mundial. Existem outras marcas que merecem menção: Amati – companhia chaca, Artley e Selmer dos Estados Unidos, Hanson do Reino Unido, as tailandesas Dixon e Júpiter , Orsi e Ripamonti da Itália, e a chinesa Lark. Estas marcas trabalham mais, na gama mais barata de clarinetes existentes no mercado.

Por outro lado, existem pequenos fabricantes, que produzem instrumentos na gama mais cara, como por exemplo as britânicas Eaton e Howarth, a italiana Patricola e a Rossi do Chile, cujos produtos incluem clarinetes em sib fabricados sónuma peça.

Existem os fabricantes alemães que fabricam exclusivamente com o sistema alemão como a Bernd Moosman, Richard Keilwerth, Arthur Uebel, Puchner, Schwenk & Seggelke, Schreiber que colabora com a Buffet Crampon e a Hammerschmidt, que também fabrica clarinetes austríacos.

A marca alemã mais conhecida é a Herbert Wurlitzer, que fabrica clarinetes muito caros, mas que muitas orquestras de renome exigem que os seus músicos possuam instrumentos desta marca.Grupos e orquestras – o clarinete é um instrumento muito versátil, que se integra em bandas de instrumentos de sopro, bandas de salão, orquestras sinfónicas, grupos de música de câmara, emsembles só de clarinetes, concertos para solistas, grupos de jazz, música cigana, música folclórica, dixiland, etc.

 

Curso de Teoria Musical – Aula 03

28/02/2011

3ª aula – Valores

Nem todas as notas tem a mesma duração. Para entendermos a duração dos sons musicais é necessário que as notas apareçam sobre formas diferenciadas.

Estas diversas formas das notas se chamam Figuras ou Valores.

Temos então na seqüência abaixo as figuras mais usadas e que representam os sons, elas aparecem em sete formas diferentes:

Pausas: As pausas são figuras que indicam duração de silêncio entre sons. Cada figura de som tem sua respectiva pausa que lhe corresponde o mesmo tempo de duração, ou seja, temos a pausa da semibreve, da mínima, da semínima, da colcheia, da semicolcheia, da fusa e da semifusa.

Veja abaixo as figuras e suas pausas correspondentes:

Quando se escreve duas ou mais colcheias, semicolcheias, fusas e semifusas consecutivas os colchetes são substituídos por barra horizontais, ficando as notas unidas em grupos.

Divisão proporcional dos valores

A semibreve é a figura que representa maior duração e é tomada como unidade da Divisão Proporcional dos Valores, em resumo, todas as demais figuras são desmembradas da semibreve.

Abaixo temos a comparação real dos valores de acordo com o que explicamos acima. Temos a semibreve e em seguida os valores das demais em relação a semibreve.

Fonte: (WWW.opcaogospel.com)

Conhecendo a família do trombone

28/02/2011

trombone é um aerofone da família dos metais. É mais grave que o trompete e mais agudo que a tuba.

Há duas variedades de trombone, quanto à forma:

  • Trombone de Pisto: Utiliza pistos mecânicos como o trompete.
  • Trombone de Vara: Possui uma válvula móvel (vara), que, ao ser deslizada, altera o tamanho do tubo, mudando a nota. São várias as particularidades da vara:
    • Faz com que o trombone apresente todas as notas dentro da sua extensão (é comum entre os instrumentos de pisto um “buraco”, isto é, notas ausentes na região grave).
    • Deixa o timbre do instrumento mais homogéneo em todos os registros, já que o ar não muda de caminho, apenas aumenta ou diminui o percurso.
    • É mais adequada para realizar efeitos como o glissando.
    • Requer um maior cuidado com a afinação.

A família do trombone apresentava originalmente os instrumentos Soprano, Contralto, Tenor, Barítono e Baixo. Com a evolução da música, alguns tipos foram sendo abandonados. ORomantismo consagrou o trombone tenor como o mais nobre da família.

Na atualidade utilizam-se muito frequentemente o trombone Tenor-Baixo, em Si bemol – Fá, e modelos dotados de válvulas mecânicas acionadas com a mão esquerda.

Modelos

Os modelos mais utilizados hoje em dia são:

 Trombone Tenor Bb calibre fino (.508″ vara e 7-1/2″ na campana), sem rotor para música popular (jazz). Também conhecido como Trombone Jazz, “Cabeça de Gato” ou “Canela-Seca”.

 Trombone Tenor Bb calibre largo (.547″ vara e 8.5″ na campana), com ou sem rotor em F para música erudita. Também conhecido como Trombone Tenor Sinfônico.

 Trombone Baixo Bb Calibre largo (.562″ vara e 9.5″ na campana), com 2 rotores sendo um em F e o outro em Gb, e é utilizado em ambos os estilos. Os calibres acima podem variar de acordo com o fabricante.

Apesar dos três modelos acima serem em Bb, eles são bem diferentes por causa do seu calibre. O calibre muda muito o timbre do instrumento. O Trombone Baixo hoje em dia é fabricado em Bb, porém com um calibre maior que o Tenor Sinfônico, e com dois rotores que afinam em F, Gb e quando os dois acionados juntos afinam em D.

Outro fato é que apesar do trombone ser conhecido por ter a afinação em Bb, a sua escrita é realizada em C, portanto o trombone não é um instrumento transpositor, como o trompete é por exemplo.

História do trombone

Da trompa primitiva importada do Egito à construção em cobre, em prata e, mais tarde na Idade Média, “Oricalchi” (liga especial idêntica ao latão) onde o nome dos “Oricalchis” aos instrumentos de metais e de sopros trazem às origens: o trombone de vara. A antiga trompa era de forma reta, com um bocal em sua extremidade superior enquanto que, em sua extremidade inferior se formava uma campana, representando a cabeça de um animal.

Documentações e pinturas de Peregrino, como as que se conservam no Escorial (Palácio dos Reis) em Madrid, levam a crer que um dos primeiros trombones de vara foi inventado e usado por Spartano Tyrstem no final do século XV.

Não se sabe ao certo como era chamado o trombone de vara antes do século XVI. A partir daí, o “Sacabucha” era tratado na Itália por “trombone a tiro” (trompa spezzata); na Alemanha, “Zugpousane”; na Inglaterra, “Sackbut”; e na França, “trombone à coulisse”.

Até então, os instrumentos de cobre a bocal tinham sua gama de sons limitada aos sons harmônicos de um som fundamental, que dependia do comprimento total do instrumento. Por isso, a princípio, trocava-se de instrumento de acordo com a tonalidade da música a ser tocada. Posteriormente, foi desenvolvido um sistema de módulos com encaixes, que permitiam aumentar ou diminuir o tamanho do instrumento, alterando seu som fundamental.

O trombone foi o primeiro instrumento de cobre que apresentava a vara móvel. Tratava-se de uma evolução do sistema de módulos em que, em vez de encaixar e desencaixar partes, bastava correr a vara ao longo do instrumento para aumentar ou diminuir o tamanho do tubo. Dessa forma, podia-se dispor de sete sons fundamentais – obtidos a partir de sete posições da vara – além de todos os seus harmônicos, o que permitia executar no instrumento a escala cromática. Por isso, à época, foi considerado o mais perfeito instrumento de bocal.

Dos instrumentos da família do trombone, o soprano foi rapidamente abandonado porquanto não era uma trompa talhada no registro agudo, ficaram o trombone contralto em Mib, o tenor em Sib e o baixo em Fá. Há diversas composições para trombone contralto, tenor e baixo que adicionam ainda uma corneta a fim de realizar a parte do soprano. Existe uma Sonata de Giovanni Gabrieli (1597) composta para quarteto, em que uma das partes de corneta se tem substituído pelo violino.

Ao desuso do trombone soprano seguiu-se o desuso do trombone contralto, restando sobretudo o trombone tenor em sib. Pela aplicação de uma bomba mestra colocada em ação por um quarto pistom no trombone de pistom e uma válvula rotatória posta em ação pelo polegar esquerdo no trombone tenor em substituição do trombone baixo. Sabe-se que o trombone contrabaixo ou “Cimbasso” de forma igual a do trombone tenor, a uma oitava inferior deste, foi construído por Giuseppe Verdi para obter maior homogeneidade na família dos trombones.

Na segunda metade do século XVII não houve grandes avanços técnico no trombone de vara. Preocupava-se, à época, com os demais instrumentos de bocal, cuja insuficiência se manifestava cada vez mais evidente, principalmente depois do insucesso de Halernof com a aplicação da bomba coulisse primeiro ao corno e depois à trompa por volta de 1780, em busca de uma solução para dotar esses instrumentos de escala cromática.

A partir das cinco ou seis chaves, que funcionavam sobre orifícios num sistema de alavanca semelhante ao dos clarinetesflautas do austríaco Weidinger e do inglês Halliday e, e da “encastre a risorte” aplicado à trompa pelo francês Legrain, se chegou aos pistons inventados por Bluhmel e aplicados à trompa pela primeira vez por Stölzel em 1813. Essa invenção consiste em três tubos suplementares de diferentes comprimentos comunicados com o tubo principal por meio de válvulas.

Em 1829, o fabricante vienense Riedl inventou os duplos pistons (dois pistons para cada bomba, por meio das alavancas que ficavam fixas) aplicando-lhe como pedais da harpa para trocar rapidamente de tonalidade. O novo mecanismo foi logo bem substituído pelo mesmo Riedl por cilindros ou válvulas rotatórias acionadas por através de alavancas com muito pouca diferença do mecanismo que se aplica hoje em dia. O tal mecanismo tomou o nome de instrumento à máquina.

O fabricante Adolphe Sax elevou a seis o número de pistos, chamando “sistema dos instrumentos a seis pistons independentes”, a fim de obter melhor afinação, especialmente nas notas que requerem o emprego simultâneo de dois e três pistons. Mas, a inovação não teve êxito, por seu complicado mecanismo que provocara um manejo muito incômodo dos instrumentos e logo foi abandonado. Por superioridade pertence sem lugar às dúvidas, a invenção de Riedl.

Apesar de todas estas transformações e inovações, atualmente o trombone a máquina (pistons) não é um istrumento indicado para orquestras. Pode ser encontrado geralmente em fanfarras e bandas marciais.

Chegamos hoje ao atual trombone de vara tenor em sib usado em diversos países, tendo preferências nas Jazz-bands, bandas sinfônicas, orquestras de estações de rádios, orquestras de salão, orquestras sinfônicas e filarmônicas, o qual, pela exata proporção das medidas entre suas várias partes e a ótima qualidade do metal empregado em sua fabricação, permite obter afinação precisa e formosa qualidade de som, realizando assim todas as exigências da orquestração moderna.


Os 10 mandamentos do músico

06/02/2011

I – Não louvarás ou adorarás a outros Deus, somente adorar o Deus que morreu numa cruz e que ressucitou depois de três dias;

II – Não farás para ti do maestro um ídolo, não te distraias com a congregação, nem com teus colegas ou coisa semelhante;

III – Não cantarás com espírito de competição e de vaidade, mas somente para honrar e glorificar a Deus;

IV – Lembra-te dos ensaios e apresentações. Sê pontual, presta o máximo de atenção durante os mesmos, não conversando, brincando ou fazendo qualquer coisa em vão;

V- Obedece o teu maestro, observando atentamente as colocações do líder para que o  grupo musical esteja sempre em franco progresso;

VI- Não matarás a alegria dos cânticos com as tristezas que te vêm de fora;

VII- Não adulterarás o espírito da música a ser executada;

VIII- Não furtarás o ânimo dos que desejam cantar ou tocar bem;

IX- Respeita os outros músicos como a ti mesmo.

X- Não cobiçarás outros grupos musicais, nem outros maestros, nem outros cantores, nem outros instrumentos, nem mesmos as músicas que os outros tocam.

Curso de Teoria Musical – Aula 02

01/02/2011

2- Aula – Claves

 

As Claves

Para que as notas tenham nomes e sua altura definida na escala, coloca-se no inicio da pauta um sinal conhecido como CLAVE.

Há três sinais de clave:

Clave de Sol:Clave de Fá:

Clave de Dó:

*A clave de Sol é escrita na segunda linha

*A clave de Fá pode ser escrita na terceira ou quarta linha

*A clave de Dó pode ser escrita na primeira, segunda ou terceira linha

Observe que os 2 pontinhos (:) colocados ao lado da clave de Fá e de Dó, servem para indicar a linha em que se acha assinada a clave.

A clave de Sol é usada para os instrumentos solistas e mais agudos, nos sons intermediários usamos a clave de Dó e nos sons médios para grave usamos a clave de Fá.

As claves mais usadas são:

*A clave de Sol
*A clave de Fá na quarta linha
*A clave de Dó na terceira linha (que é própria para a Viola Clássica)

Definindo o nome das notas conforme a clave

Como já foi dito, a Clave de Sol é escrita na segunda linha, ou seja, a nota SOL é escrita na segunda linha. A partir dai sabemos no nome das demais notas no pentagrama.

A clave de Fá pode ser escrita na terceira ou quarta linha. Vejamos o exemplo mais comum que é na quarta linha. Portanto a nota FÁ estará escrita na quarta linha.

A clave de Dó pode ser escrita na primeira, segunda, terceira ou quarta linha. Veremos a seguir o caso mais usado que é na terceira linha. Portando a nota DÓ estará escrita na terceira linha.

(Fonte opcaogospel.com.br)

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